31.7.06

Jovens carentes têm menos oportunidades de trabalho

Olá amigos da Obra Kolping do Brasil!

Infelizmente nesta postagem irei levantar uma realidade muito triste de nosso país.
Mas a Obra Kolping tem concentrado todos os seus esforços para mudá-la.
Felizmente com sucesso.

A Comissão Especial da Juventude comprovou, em seu relatório final, que atualmente são os jovens carentes que encontram maiores dificuldades no momento de conseguir um emprego.

O jovem carente, devido à baixa escolaridade, acaba sendo prejudicado em relação às políticas públicas para juventude voltadas ao primeiro emprego. Estas ações, na maioria das vezes, conseguem apenas capacitá-lo para o exercício de ocupações que exijam pouco conhecimento técnico-científico.

Já os filhos de famílias de classe média e alta tendem a ingressar no mercado de trabalho após a conclusão de curso superior e, em alguns casos, depois de terem concluído a pós-graduação. Estes jovens geralmente ocupam cargos com maior remuneração, acentuando ainda mais a concentração de renda no País.

O relatório mostrou também que o jovem, principalmente o carente, quando não está desempregado, exerce atividades precárias no mercado de trabalho, normalmente como assalariado sem carteira de trabalho registrada. Ele ressalta ainda que a legislação brasileira permite ao jovem, a partir de 14 anos, ingressar no mercado de trabalho como aprendiz, e aos 16 anos, como empregado, apesar do impedimento de realização de trabalho noturno, insalubre, perigoso ou penoso até os 18 anos.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE (PNDA) de 2002, o número de jovens desocupados é de quase 5 milhões de pessoas, o que equivale a 45,93% da população desempregada.

Em relação ao desemprego juvenil nas grandes regiões, o relatório ressaltou que a região Norte respondia por 18,32%; o Nordeste por 17,13%; o Sudeste por 19,87%; o Sul por 13,45%; e o Centro-Oeste por 16,23%. A população afro-descendente jovem é a mais afetada pelo desemprego (52%).

Ao ler este relatório, o sentimento que veio à tona foi a certeza de que estamos indo pelo caminho certo. A certeza de que a Obra Kolping tem ajudado milhares de jovens carentes a se prepararem para o mundo do trabalho, dando-lhes condições de viver com dignidade.

Ao mesmo tempo, percebi que ainda temos muito a fazer. E com a sua ajuda, é justamente isso que faremos.

Juntos, nós podemos!

Até breve!

19.7.06

A realidade do jovem carente brasileiro

Boa tarde a todos!


Venho recebendo muitos e-mails de colaboradores apoiando a iniciativa da Obra Kolping de manter um blog, como forma de se aproximar das pessoas que generosamente fazem doações que possibilitam nosso trabalho de formação profissional de jovens carentes.

E você sabe: capacitar esses jovens para o mundo do trabalho é cada vez mais necessário.

Afinal, o desemprego é, hoje, um dos maiores problemas do Brasil.

As causas do desemprego advêm da própria estrutura econômica brasileira, com seus baixos índices de crescimento econômico, gritante concentração de renda, grandes desequilíbrios regionais e exclusão social.

Mas, acima de tudo, temos uma infinidade de pessoas desempregadas e subempregadas simplesmente porque não possuem nível escolar suficiente para ocupar as vagas disponíveis.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego brasileiro atinge predominantemente os jovens. A dificuldade de inserção deles no primeiro emprego decorre, além da falta de conhecimentos específicos para o trabalho e da baixa experiência profissional, do baixo nível educacional, que influencia diretamente as possibilidades de inserção e o tipo de ocupação.

No caso dos jovens de baixa renda, a entrada no mercado de trabalho, obrigatória para aumentar a renda familiar, causa, quase sempre, problemas para a continuidade dos estudos. A situação cria um ciclo vicioso, pois contribui para que estes trabalhadores tenham uma qualificação deficiente face às exigências, pelo mercado, de maior escolaridade para a obtenção de postos de trabalho qualitativamente superiores.

É justamente contra estes problemas que a Obra Kolping do Brasil vem lutando. Muitos jovens já foram inseridos no mercado de trabalho após receberem formação profissional em uma das muitas Casas Kolping espalhadas pelo Brasil.

E isso só é possível graças ao seu apoio. Muito obrigado.

Até a próxima!

9.7.06

O Brasil Melhora

Olá amigos!

Após fazer a primeira postagem de nosso blog, para apresentação e saudação, gostaria de contar uma boa notícia sobre o Brasil: a pobreza está diminuindo em nosso país, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

Pesquisa PNAD

Claro, ainda temos um longo caminho a percorrer, mas é sempre bom ver que estamos no rumo certo. Pelo menos isso é o que eu e a Obra Kolping acreditamos.

E os números nos mostram que a capacitação profissional de jovens carentes é um dos caminhos pelos quais devemos seguir para diminuir a desigualdade social. Ao dar condições para a população mais carente estudar e trabalhar, estamos incentivando um progresso real e permanente em suas vidas, já que poderão buscar melhores condições com o próprio esforço.

De acordo com a pesquisa, o nível de ocupação atingiu 56,3%, o maior desde 1995.

Vamos fazer o possível para esse número ser cada vez maior.

Mas não pense que temos a capacidade apenas de alterar números.

Juntos, podemos mudar vidas.

Até breve!

21.6.06

A Obra Kolping quer falar com você!

Caros amigos da Obra Kolping,

é com grande prazer que inauguro este novo canal de comunicação entre a Obra Kolping e você, que reconhece a importância de nosso trabalho social e faz o possível para nos ajudar.

Sem você, nada seria possível. Por isso, acho importantíssimo utilizar de todos os meios existentes para ficarmos cada vez mais próximos.

Esta é a minha intenção com este blog: mantê-lo informado sobre nossas campanhas - que realizamos graças às suas doações - e abrir um espaço para que você dê sugestões, opine, elogie, critique, ajude ou simplesmente pergunte algo que queira saber.

Por que não utilizar esta ferramenta que a tecnologia nos oferece para uma boa causa?

Eu acredito que a Obra Kolping e você só têm a ganhar. Afinal, mais pessoas poderão conhecer nosso trabalho e sua participação em nossos projetos sociais será ainda mais ativa.

Espero que este seja o início de uma longa e agradável conversa. E que ela renda bons frutos.

Muito obrigado.

Monsenhor Paulo Link
Assistente Eclesiástico Nacional da Obra Kolping do Brasil

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